A febre de Doraemon
A primeira aparição do personagem foi nas páginas da revista Coro Coro em 1969. Nessa história o gato conhece Nobita, mas curiosamente ela não foi adaptada pra tv quando o personagem ganhou sua série animada. Esse encontro só foi mostrado em um especial pra tv lançado em 2002, com nada menos que três horas de duração.
Doraemon foi criado pelos desenhistas Fujimoto Hiroshi (falecido em 1996, aos 62 anos) e Motoo Abiko, que assinavam seus trabalhos com o pseudônimo Fujiko-Fujio. Além de Doraemon, a dupla criou outro personagem que fez bastante sucesso no Brasil nos anos 70: Super Dínamo (Paaman). Fujimoto teve a ideia de criá-lo quando viu seu (o dele) gato brigar com um brinquedo de sua filha. Apesar do sucesso do personagem (e outros, como o próprio Super Dínamo), a dupla se separou em 1987, e desde então não fizeram mais nenhum trabalho juntos.
Paixão Nacional
Doraemon representa para o povo japonês o que Mickey representa para os Estados Unidos e a Turma da Mônica para o Brasil. Desde sua estreia na tv japonesa, é um dos animes mais bem sucedidos de todos os tempos, se tornando um fenômeno cultural no Japão, sendo assistido até por quem não é fã de animes. Ao longo desses mais de 30 anos na tv, o personagem já ganhou todo o tipo de produto que se possa imaginar (inclusive um trem de ferro), rivalizando diretamente com a chatinha e feinha Hello Kitty, quanto ao número de parafernálias.
Doraemon representa para o povo japonês o que Mickey representa para os Estados Unidos e a Turma da Mônica para o Brasil. Desde sua estreia na tv japonesa, é um dos animes mais bem sucedidos de todos os tempos, se tornando um fenômeno cultural no Japão, sendo assistido até por quem não é fã de animes. Ao longo desses mais de 30 anos na tv, o personagem já ganhou todo o tipo de produto que se possa imaginar (inclusive um trem de ferro), rivalizando diretamente com a chatinha e feinha Hello Kitty, quanto ao número de parafernálias.
Pra se ter uma ideia do fenômeno que o personagem representa, ele já possui quase 30 filmes para o cinema, fora os especiais para a tv, que chegam a assustar tamanha quantidade. Em termos de longevidade de exibição, o anime rivaliza com Sazae San como a produção que mais tempo está no ar. Curiosamente, o gato já teve duas versões televisivas: uma em 73, que só durou 5 meses, e uma em 79, que é a que permanece no ar até hoje.
Mas e no Brasil?
Na terra da Gretchen (adoro a palavra “gretchen”… Combina com tudo que é bizarro e tosco XD), a série chegou inicialmente a ser negociada com a Everest Video no fim dos anos oitenta, mas esta desistiu de trazer o anime para o país devido ao alto valor que Shin Ei cobrava pelos direitos, afinal, ela era (e é!) a principal animação do Japão e não poderia custar tão barato. Foi aí que a distribuidora comprou o tal Comando Dolbuck que ficou restrito ao mercado de vídeo. Também, trazer Doraemon com o troco de tokusatsu não dá, né Everest? :P
Na terra da Gretchen (adoro a palavra “gretchen”… Combina com tudo que é bizarro e tosco XD), a série chegou inicialmente a ser negociada com a Everest Video no fim dos anos oitenta, mas esta desistiu de trazer o anime para o país devido ao alto valor que Shin Ei cobrava pelos direitos, afinal, ela era (e é!) a principal animação do Japão e não poderia custar tão barato. Foi aí que a distribuidora comprou o tal Comando Dolbuck que ficou restrito ao mercado de vídeo. Também, trazer Doraemon com o troco de tokusatsu não dá, né Everest? :P
O gatinho azul só daria as caras por aqui em outubro 1992, distribuido pela WTC Comunicações , no Clube da Criança ainda comandado pela Angélica. A emissora nunca passava a abertura do desenho, além de reprisar os mesmos episódios constantemente (não durava 3 semanas de exibição contínua). Isso significa que só foram adquiridos algo em torno de 20 episódios da série, mas não se sabe se esse foi o número de episódios trazidos pela distribuidora ou se foi a Manchete que comprou apenas alguns.


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