BEM-VINDOS AO HALL DAS SÉRIES

Fear Itself (Antologia do Medo)


Sinopse:
Composto de 13 episódios, dos mesmos criadores de Mestres do Horror, dirigida e escrita por profissionais de destaque no gênero, esta série tem somente uma temporada. Lembra bastante "Além da Imaginação e Contos da Cripta", e acredito que agradará principalmente por ter muito terror psicológico.

Foi produzida pela NBC e gravada no Canadá. Todos os episódios são histórias independentes, com altos e baixos, porém muito interessantes. Seu título é derivado da famosa frase de Franklin Delano Roosevelt: "The only thing we have to fear is fear itself" (A única coisa que temos a temer é o próprio medo).

A abertura da série é ótima, a música (do vocalista Serj Tankian) combinou com as imagens montadas, lembra American Horror Story, muito bem feita.

Episódios


The Sacrifice: 


Para abrir a série, foi bem empolgante, tem muito suspense e mistério, no estilo de Viagem Maldita, gostei do ar sombrio e dela já dá para ter uma ideia dos próximos episódios, todos com referências as filmes antigos de terror.

Spooked: 


Um pouco confuso, mas no final a gente acaba compreendendo a lógica da história contada, sobre um homem reencontrando fantasmas do passado. Com o ator Eric Roberts (irmão da Julia Roberts).

Family Man: 


Muito inteligente, talvez, entre os melhores episódios, bem intrigante e com final surpreendente. Do diretor Ronny Yu (Freddy X Jason).

In Sickness and in health: 



O melhor episódio, na minha opinião. Inteligente, intrigante, segura a atenção até o final arrebatador. Do diretor John Landis (Um lobisomem americano em Londres).

Eater: 


Muito tenso,  com ação que nos faz perder o fôlego. Só final é meio “forçado”, mas no conjunto é uma história bem construída, que confunde e prende a atenção. Diretor Stuart Gordon (Re-Animator).

New year’s Day: 


Perturbador. Trata de uma garota que acorda num mundo dominado por zumbis. Ótima montagem e maquiagem e, também, com um final surpreendente. Com o roteirista de 30 dias de noite, Steve Niles, e o diretor de Jogos Mortais 2, 3 e 4, Darren Lyn Bousman, conta também com participação do ator de GleeCory Monteith (falecido em 13 de julho por abuso de entorpecentes).

Comunnity: 


Realista e por isso mesmo assustador. Mostra até onde a mente humana é capaz de aprisionar e até controlar nossas vidas.

Skin and Bones: 


O mais “bizarro” dos episódios. Sobre o mito do Wendigo, uma criatura sobrenatural que faz parte da mitologia do povo indígena da América do Norte (Ojibuas).Tem atmosfera sombria e aterrorizante o que gera uns sustos legais.

Something whit bite: 


O episódio mais fraco, com certeza propositalmente. Feito como uma espécie de sátira ao mito do lobisomem, dá um alívio cômico a série. Do diretor Ernest Dickerson (Bones)

Chance: 


Outro episódio fraco, porém um dos realistas. Nos faz refletir sobre até onde a ganância pode enlouquecer e destruir a nossa própria vida.

The spirit box: 


Bem interessante e ágil, prende até a reviravolta final, que surpreende. Mesmo diretor deStigmataRupert Wainwright.

Echoes: 


Um homem que enlouquece quando se muda para a casa onde acha ter sido um assassino em outra vida. Participação do ator da série  Haven, Eric Balfour.

The circle: 


Para fechar “com chave de ouro”, esse episódio nos traz um escritor buscando inspiração para o próximo livro. Ele se encontra com amigos numa cabana na floresta em noite de Halloween, daí já da para perceber os clichês, mas compensa ver, é muito bem feito, e é meu segundo episódio preferido da série.


Não comentei muito sobre cada episódio por serem curtos, tenho medo de soltar spoilers e comprometer o suspense.

Recomendo aos fãs de terror, principalmente das séries antigas dos anos 70 e 80, pois tem várias referências a elas. Vale conferir naquelas noites insones em que fazemos maratonas de filmes de terror com os amigos, numa sala escura e com muita pipoca, muito divertido, saudade da minha adolescência!





Assista a um video da Série:




Fontes:


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